O Dia Nacional do Voluntariado foi instituído no dia 28 de agosto de 1985, através da Lei Nº. 7.352, sancionada pelo então Presidente da República, José Sarney. A partir desta data, é celebrado anualmente.
O trabalho voluntário é, cada vez mais, uma via de mão dupla: não só generosidade e doação, mas também abertura a novas experiências, oportunidades de aprendizado, prazer de se sentir útil, criação de novos vínculos de pertencimento e afirmação do sentido comunitário. Tudo isso faz dessa prática uma ótima experiência.
Para comemorar esta data tão especial, o IVA fez uma seleção de depoimentos de nossos voluntários. Leia e inspire-se:
Carmen de Lourdes Guarize Ferraz:
“Dde pq,através de minha família,sempre ajudávamos em pqnos gestos,pessoas e instituições.Aprendi +e+ em qq ação.E assim foi,até q me envolvi como voluntária p/ os desabrigados de SC,preparando cestas básicas,separando roupas,etc.Fui p/ SC e trabalhei por 2 fins de semana.Chorei, rí, caí, rs,mas fiz mtas pax felizes c/ abraço,carinho,afeto,etc.Sou Voluntaria em Ação.”
Guilherme Apolinário Testoni:
“Estar ajudando alguém, ou de estar colaborando para a realização de algo que você julgue importante é um sentimento que você não compra nem sente em um determinado momento. É uma satisfação que se manifesta no dia a dia e faz você sorrir para o mundo e o mundo sorri de volta para você. Iniciei realizando reforço escolar e hoje tento participar de todas as atividades do IVA.”
AUDREY DANEZI GARCIA
“Voluntariado para mim, é um exercício não somente de cidadania, e sim, de compaixão e amor ao próximo. É uma ação envolvente, apaixonante e muito grafificante. Não existe dnheiro que pague, o sorriso de uma criança, um obrigado, e um abraço carinhoso. Enfim, não existem palavras para expressar como é maravilhoso ser voluntária, recomendo à todos.”
Antonio Tulio Lima Severo Jr
“Conheci a AACN num projeto para arrecadar fundos para o Hospital do Câncer Infantil RJ e acabei me envolvendo muito. Minha experiência foi de uma troca de energia fantástica com as crianças e era impressionante como eu saia de lá melhor do que entrava. Hoje não tenho mais tempo de estar lá, mas todo Natal faço doação de tênis para as crianças hóspedes da Casa Ronald no RJ.”






